• Um Presente neste Natal
    Enviado por João Alberto Correia da Silva (publicado no Jornal do Colecionador)

    As sirenes quebram a rotina diária das grandes cidades. Crimes de toda ordem integram-se à enorme listagem que as autoridades policiais vão formando todos os dias. Assaltos, seqüestros, brigas de vizinhos, combate entre torcidas organizadas e por ai afora.

    É o triste quadro em que vivemos e que, por força maior, acabamos por nos acostumar, de tal maneira, que nos tornamos de certo modo indiferentes a tudo o que acontece, muitas vezes, quase debaixo dos nossos olhos.

    Há pouco tempo, dois meninos foram assassinados na região de São José dos Pinhais/PR, onde em determinados locais disseminam-se algumas gangues que reúnem integrantes com idades que variam dos 12 anos até os 25, por ai. O fato alarmou a população, afinal, os garotos tinham 12 e 15 anos de idade e, segundo fui informado, eram estudantes de uma tradicional escola do bairro onde viviam. Pude ver de perto a expressão de muitas crianças, estudantes do mesmo estabelecimento, que a princípio não conseguiam aceitar ou entender o que acontecia. Mas era a realidade, a triste realidade que transtornou a vida de uma comunidade e deixou familiares das vítimas desesperados. Isso tem acontecido quase que diariamente em inúmeros pontos desse Brasil cujas autoridades no poder e muitos que a ele se candidataram bateram e batem na tecla da “educação”.

    Sabemos, e nem precisamos de bola de cristal para isso, que o caminho para solucionar o drama da violência é a educação e deve começar nos primeiros passos escolares e no ambiente da família. Falta muito para que possamos extinguir fatos da natureza narrada, do nosso cotidiano.

    Isso me fez pensar um tanto mais em outro tipo de ação, por parte de um garoto de 12 anos que escreveu para a revista dos Correios, conhecida por COFI, dizendo ter 12 anos, ser iniciante em filatelia e que desejava manter correspondências com outros colecionadores, para trocar selos e fazer novos amigos. É a outra ponta da nossa linha, onde, felizmente, podemos ter plena certeza de que este menino, agora colecionador de selos postais, seguirá um bom caminho, aprendendo com as pesquisas e com esses pequenos fragmentos coloridos, que nós denominamos de selos postais e que o renomado filatelista Oswaldo Parreiras chama como muito orgulho de “professores de papel”

    Peço que me perdoem pela insistência, mas já se passaram mais de 15 anos desde a primeira vez em que sugeri a entrada do selo postal nas escolas, como material de apoio didático. Na cidade paranaense de Altônia, graças a visão de uma professora, o uso da filatelia está fazendo com que o aproveitamento escolar fique acima da média, porque lá estão, com eles, os selos postais.

    Portanto, meus amigos, fica claro uma vez mais que, se os garotos que perdem a vida, todos os dias nesse Brasil sem fim, colecionassem selos postais, estariam aproveitando a vida junto de seus familiares, longe das drogas, das gangues e de toda a podridão que transformou no incurável cancro que se a cada dia que passa nos deixa mais inseguros a respeito de nossa própria existência.

    Você que é professor, pense no assunto, procure se inteirar sobre filatelia, leve o selo postal para a sala de aula. Você que é pai e mãe, dediquem um tempo para reflexionar sobre o assunto e procurem incentivar seus filhos à arte das coleções. Ainda é tempo de a gente permitir que essas crianças cresçam envolvidas pelo amor de seus pais e pela certeza de um futuro promissor. Basta que cada um comece agora a fazer sua pequena parcela.

    Importante: Informações a respeito dos primeiros passos para colecionar selos, peças e acessórios de vários temas e países podem ser adquiridos a baixo custo. Muito mais barato do que você imagina. Dê, neste final de ano, um álbum e os primeiros selos a seus filhos. Você não irá se arrepender!

    As sirenes quebram a rotina diária das grandes cidades. Crimes de toda ordem integram-se à enorme listagem que as autoridades policiais vão formando todos os dias. Assaltos, seqüestros, brigas de vizinhos, combate entre torcidas organizadas e por ai afora.

    É o triste quadro em que vivemos e que, por força maior, acabamos por nos acostumar, de tal maneira, que nos tornamos de certo modo indiferentes a tudo o que acontece, muitas vezes, quase debaixo dos nossos olhos.

    Há pouco tempo, dois meninos foram assassinados na região de São José dos Pinhais/PR, onde em determinados locais disseminam-se algumas gangues que reúnem integrantes com idades que variam dos 12 anos até os 25, por ai. O fato alarmou a população, afinal, os garotos tinham 12 e 15 anos de idade e, segundo fui informado, eram estudantes de uma tradicional escola do bairro onde viviam. Pude ver de perto a expressão de muitas crianças, estudantes do mesmo estabelecimento, que a princípio não conseguiam aceitar ou entender o que acontecia. Mas era a realidade, a triste realidade que transtornou a vida de uma comunidade e deixou familiares das vítimas desesperados. Isso tem acontecido quase que diariamente em inúmeros pontos desse Brasil cujas autoridades no poder e muitos que a ele se candidataram bateram e batem na tecla da “educação”.

    Sabemos, e nem precisamos de bola de cristal para isso, que o caminho para solucionar o drama da violência é a educação e deve começar nos primeiros passos escolares e no ambiente da família. Falta muito para que possamos extinguir fatos da natureza narrada, do nosso cotidiano.

    Isso me fez pensar um tanto mais em outro tipo de ação, por parte de um garoto de 12 anos que escreveu para a revista dos Correios, conhecida por COFI, dizendo ter 12 anos, ser iniciante em filatelia e que desejava manter correspondências com outros colecionadores, para trocar selos e fazer novos amigos. É a outra ponta da nossa linha, onde, felizmente, podemos ter plena certeza de que este menino, agora colecionador de selos postais, seguirá um bom caminho, aprendendo com as pesquisas e com esses pequenos fragmentos coloridos, que nós denominamos de selos postais e que o renomado filatelista Oswaldo Parreiras chama como muito orgulho de “professores de papel”

    Peço que me perdoem pela insistência, mas já se passaram mais de 15 anos desde a primeira vez em que sugeri a entrada do selo postal nas escolas, como material de apoio didático. Na cidade paranaense de Altônia, graças a visão de uma professora, o uso da filatelia está fazendo com que o aproveitamento escolar fique acima da média, porque lá estão, com eles, os selos postais.

    Portanto, meus amigos, fica claro uma vez mais que, se os garotos que perdem a vida, todos os dias nesse Brasil sem fim, colecionassem selos postais, estariam aproveitando a vida junto de seus familiares, longe das drogas, das gangues e de toda a podridão que transformou no incurável cancro que se a cada dia que passa nos deixa mais inseguros a respeito de nossa própria existência.

    Você que é professor, pense no assunto, procure se inteirar sobre filatelia, leve o selo postal para a sala de aula. Você que é pai e mãe, dediquem um tempo para reflexionar sobre o assunto e procurem incentivar seus filhos à arte das coleções.

    Ainda é tempo de a gente permitir que essas crianças cresçam envolvidas pelo amor de seus pais e pela certeza de um futuro promissor. Basta que cada um comece agora a fazer sua pequena parcela. Importante: Informações a respeito dos primeiros passos para colecionar selos, peças e acessórios de vários temas e países podem ser adquiridos a baixo custo. Muito mais barato do que você imagina. Dê, neste final de ano, um álbum e os primeiros selos a seus filhos. Você não irá se arrepender!


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